domingo, 4 de setembro de 2011

Renovação da amizade.

Em um dia (ontem 3/9) que começou tarde (acordei por volta de 10h30) fiz meu churrasco de sábado pelas 13h30. A tarde o Nik e a  Marlise foram passear no parque Ramiro Ruedicker, mas antes ele tinha combinado o encontro com a amiga Duda que foi acompanhada com uma amiguinha. Pelo jeito foi muito divertido. Sinto falta de aqui em casa não ter um enorme quintal e vizinhos crianças para ele aproveitar essa liberdade que eu e a Marlise tínhamos quando pequenos.

Ontem pensamos em combinar algo com o Ademilson para hoje (domingo) e sair da toca para uma atividade digna do dia. Quando liguei para combinar, ele gentilmente nos convidou para ir lá comer um churrasco junto com o Gelson/Zenilda. Foi um noite agradável, com muitas piadas e troca de conhecimento.

Percebi o quão pouco foi minha terrível alergia que tive ano passado em setembro, onde meu corpo pipocou de manchas que coçavam terrivelmente. Com o Gelson foi pior, porque inchou no cotovelo e outras partes do corpo. Segundo a médica que o atendeu (só particular e não pelo plano) foi reação adversa à um componente químico de alguma medicação. Ele disse à ela: nunca tive qualquer problema com medicação e meu corpo sempre foi resistente. Ela disse: você nunca teve 40 anos antes.

O Ademilson, como perfeito anfitrião, fez vários tipos de carne e nos presenteou com uma verdadeira degustação de cervejas. Para equilibrar, tomei uns 3 litros de água (sem exagero) que me fizeram ir no banheiro várias vezes, mas pelo menos estive lúcido durante esse rodízio alcoólico. O Gelson trouxe junto uma bebida peruana, equivalente à nossa caipirinha. O sabor realmente é muito bom e parecido. Ele comentava que eles acrescentam ovo.

Quem me deixa preocupado é a Iliana (esposa do Ademilson), porque está com um problema no intestino que a fez emagrecer muito e constantemente lhe gera dores abdominais. Isso já faz algum tempo (acredito uns 3 meses) e parece longe de uma solução. Mesmo assim se dedicou e fez um acompanhamento para o churrasco bom demais. Ela é uma mestre na cozinha.

As crianças se divertiram muito no quarto. O Nik estava o bendito entre as meninas. Na porta da Duda (filha do Ademilson/Iliana) 4 papéis tamanho A4 com desenhos a mão, mostrando a fase, com banda de meninas e outras. O beijinho dela sempre está em minha bochecha quando nos encontramos. Ela é muito querida. Tem coisas da infância de nossos filhos que gostaríamos de congelar. Mas ... a vida segue.

Para o domingo de hoje, nem um programa, apenas deixar o dia passar. O meu churrasco é certo, afinal não pode faltar. Nesse momento (11h35) todo mundo ainda dormindo. A noite foi de umas 8 visitas ao banheiro (3 litros de água querendo sair), ou seja, intercalada entre acordar e dormir, o que nunca é um descanso verdadeiro.

domingo, 26 de junho de 2011

Pequenas dores no relacionamento

O ser humano é interessante. Só o convívio e os problemas para realmente conhecermos suas belezas e o lado sombrio. Fiquei muito triste ao saber na sexta que haveria um encontro de twitteiros de nosso grupo, organizado pela @Elaine_Fagundes no Butequin Wollstein e nem sequer me convidou, como fez com outros nominalmente. Não é nem só pelo fato de ter organizado os últimos 8 encontros e o tempo que dedico à isso. Para mim era claro que não era importante estar entre eles. Porque? Boa pergunta.

Eu acho bem legal a idéia de decidirem ir para um lugar, twittarem convidando todos para quem deseja estar junto. É uma turma de amigos se reunindo para um happy hour. Mas se sentir excluído, depois de reunir uma boa parte dessas pessoas, que até então não tinham esse contato, não é uma boa sensação.

No dia seguinte, sábado, a Sol convidou vários para irem na sua casa para um churrasco que iria fazer na casa dela. Assim como os outros, também recebi o convite. Esse é o certo. Nenhum privilégio para ninguém, todos no mesmo nível.

Confesso que o tempo que perco organizando o encontro e a postagem das fotos, deixa na dúvida do quanto vale esse trabalho todo. Talvez é exatamente isso que estejam querendo. Não sou de entregar o ouro tão rápido, mas também não vou sofrer à toa, por causa de pessoas acostumadas a jogos psicológicos para mostrar seu poder.

sábado, 18 de junho de 2011

São João com feijão

Nesse novo sábado de sol, atendi à um convite de um amigo,  enviado 3x por email, para prestigiar uma feijoada em uma igreja. Para mim é um dia sagrado que gosto mesmo é de ficar em casa, mas de vez em quando é bom sacudir o mofo e sair. Resisti ao máximo em ir, mas minha última desculpa foi a que menos colou.

O sobrinho do Werner Annuseck, Cleiton, me deu carona para a Igreja Evangélica de Confissão Lutherana, próxima à católica Santo Antônio no bairro garcia. Apesar de eu insistir que não, o Werner acabou pagando a feijoada, muito gostosa, regada ao bom papo com o Cleiton e a Jossiane (esposa). O Werner foi voluntário na organização do evento, onde também estavam a Carmen (esposa), sua filha com marido e o neto que não desgrudava do vô coruja. Novas fases da vida. Acabamos voltando logo as 14h15.

A Lise foi aproveitar a festa de São João na escola Bom Jesus. Na hora que liguei avisando que já tinha voltado para casa, ela estava sentada em uma mesa com os recém chegados Ademilson, Iliana, Camila e Andreo. Ela disse que a festa Junina da Barão era muito melhor, mas só pelo fato de encontrar amigos, já deixa a festa melhor.

Agora vou terminar de bazer o backup dos arquivos da Vanguarda e tentar ler um pouco, se a Internet / Twitter deixarem.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Novidades na rua

Essa semana senti o peso de morar ou trabalhar em uma rua central. Em função de obras no esgoto, a prefeitura fechou uma das vias da rua Eng. Paul Werner, liberando apenas para quem vai para o centro, e quem vai para a Itoupava Norte, está sendo desviado na altura da Bermo para a nossa amada rua Visconde de Mauá.

Barulho, poeira (resto de areia das obras na nossa rua) e movimento de carros lembrou quem diariamente mora ou trabalha em uma rua principal. Muitos até pagam caro por isso, mas eu não trocaria minha secundária por estar na principal.

Foi interessante, o fato de hoje de manhã ter passado pela via agora fechada, e lembrando que semana passada ter o sentimento de alívio e falta de entendimento de sua real necessidade em ser desviado. Quando voltei de um cliente por volta das 12h40 ainda estava tudo normal, só agora a tarde mesmo que fechou.

Bem, aguardo ansiosamente tudo voltar como sempre foi, principalmente no aspecto bucólico. Até pensei em aproveitar o movimento desviado da rua principal e colocar um banner com os serviços da Vanguarda.

sábado, 4 de junho de 2011

Sardinha e São João

Desde o ano passado não fazia peixe. Nesses tempos passei no supermercado Giassi e vi sardinha em promoção. Peixe pequeno, espinha pequena, aliás lembrando as entatadas, nem incomodariam. Fiquei com elas congeladas uns 2 meses e hoje finalmente chegou o dia de fazê-la. Como aqui em casa ninguém curte peixe, acabei achando que os meus pedacinhos seriam demais para fazer no carvão e decidi usar churrasqueira  elétrica mesmo. Um sal básico e limão foram suficientes para dar um toque mais que gostoso. A única surpresa foi o espinho que ficou na garganta. Minha esposa disse: engole uma "bola" de miolo de pão que sai. Funcionou.

Daqui a pouco levo o Nik para o que ele aguarda a semana toda: festa Junina na escola. O sol está perfeito, o frio nem tão intenso, deixando o ambiente ideal para ele e seus amigos correrem adoidado pelo pátio do colégio. Uma das atrações que ele mais gosta é a prisão. A idéia é "condenar" alguém para ficar preso 10 min. Para isso ... lembro que ano passado eram R$ 5. Além de mim, a madrinha e mãe também já foram vítimas. Vendo o evento dá saudade de uns 4 anos atrás, onde esperávamos ansiosamente a apresentação de roupa junina. Bons tempos, que jamais deixarão o coração.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O dia que ele foi na faca

Nada mais assustador para as crianças (tem outras piores sim) que a palavra médico. Para levar o Nik, tem que deixar o assunto no ar, avisar meio encima da hora, se não ele fica pensando o tempo todo no assunto.

Ele tinha uma marca de nascença debaixo do braço, que era bem saltada, e faz uma 2 semanas inventou de sangrar. Nos preocupou e com muito insistência a Marlise conseguiu uma consulta semana passada. A médica olhou e sentenciou: tem que cortar. Segundo ela, o Nik encheu os olhos de água.

Nos primeiros dias após a consulta, ele estava muito triste e com medo. Sentei, conversei sobre o fato de eu ter tirado uma verruga, em uma época com menos recursos, e não senti dor nenhuma. Após lembrar outras cirurgias que fiz, e sobre as novas tecnologias, ele se acalmou e sentiu mais coragem. Mas ontem de manhã, foi inevitável aquele friozinho na barriga.

Felizmente deu tudo certo. O sinal que futuramente poderia virar um tumor, foi retirado com sucesso e a única coisa que doeu foi a hora do ponto, porque o efeito da anestesia já estava passando. Veio de carro com o braço levantado, mas assim que sentou no sofá e ligou o computador, esqueceu e baixou sem perceber o braço.

Torço para que essa seja a última cirugia dele, mas se tiverem outras, que venham para resolver problemas e trazer saúde.

terça-feira, 17 de maio de 2011

A hora da leitura e o novo blog da Lise

Puxa, vai fazer quase um mês que não posto nos rabiscos "diários". Pudera, com tantos blogs meus desassistidos, falta tempo e inspiração. Hoje é um dia lindo de sol. Interessante como esses dias passam uma energia positiva, só por não estar um clima com risco de chuva. Ela também tem suas vantagens, mas o desconforto de se molhar, sempre dá uma sensação de "repulsa".

Hoje criei mais um blog para a Marlise no posterous. Esse sistema é mais fácil para colocar fotos e ainda por cima ela pode postar via email, sem frescuras. Ele tem suas limitações e desvantagens em relação ao blogspot, mas em compensação libera imagens e uso de vídeo.

O Nik está muito bem na escola. Ontem sentamos juntos e lemos. Eu um livro de negócios e ele os 12 trabalhos de Hércules. Ele sempre gostou de mitologia. Combinamos de 15 min de leitura diária. Ele me perguntava muito sobre quanto tempo eu achava que ele terminaria o livro, sempre disse que isso depende do quanto ele é interessante para quem lê. Vamos ver se conseguimos juntos, fazer isso de forma séria, ou seja, todo dia.

As contas desse mês estão me assustando, porque a previsão de entrada é menor. Desde ano passado não tem sido fácil. Fico com medo de que não poderei continuar em frente com meu sonho.